Vendas de automóveis novos subiram 13,6% em Agosto
Tendência de crescimento manteve-se no mês de Agosto, com 11.941 automóveis vendidos, um crescimento de 13,6%
02/09/2010 em Geral
As vendas de automóveis ligeiros de passageiros em Portugal cresceram 13,6% em Agosto, relativamente ao mesmo mês do ano passado, alcançando as 11.941 unidades, divulgou a Associação Automóvel de Portugal (ACAP).
De acordo com um comunicado da ACAP, nos primeiros oito meses deste ano as vendas de ligeiros de passageiros atingiram um total de 147.500 unidades, o que corresponde a um crescimento de 46,4% face ao mesmo período de 2009.
Segundo a ACAP, os valores registados em Agosto mostram que houve uma desaceleração "da forte tendência de crescimento observada no primeiro semestre do ano".
No comunicado, a ACAP lembra que as vendas registadas em 2009, que servem de referência à variação de 2010, "foram anormalmente baixas", sobretudo no primeiro semestre, representando os valores mais baixos dos últimos 22 anos.
As vendas de veículos comerciais ligeiros cresceram 12% em Agosto, em termos homólogos, com a comercialização de 2691 veículos.
Nos primeiros oito meses do ano, as vendas deste tipo de automóveis corresponderam a um total de 28 229 unidades, tendo registado um crescimento de 21,9%.
Também as vendas dos veículos pesados subiram 18,8% em Agosto, mês em que foram vendidas 228 unidades. Nos primeiros oito meses de 2010 estas vendas sofreram uma quebra de 15,4%, totalizando as 2211 unidades.
A Renault mantém-se como a marca mais vendida, com 1.393 unidades comercializadas em Agosto, à frente da Peugeot (1.293 unidades) e Volkswagen (1.203 unidades). A marca alemã foi a que mais vendeu no mês se tivermos em conta apenas ligeiros de passageiros (excluindo veículos comerciais).
Entre as marcas que mais subiram, destaque para a Dacia com um crescimento superior a 140 por cento, graças às 142 unidades vendidas em Agosto (59 unidades vendidas em Agosto de 2009), e a Skoda, com um aumento de 113 por cento. Por outro lado, a Mazda (menos 30%), a smart (menos 20,4 por cento) e a Fiat (menos 11,9 por cento), destacaram-se pelos números negativos, com quebras de vendas assinaláveis.

